Discutimos nessa última etapa do semestre que na história da Internet o que permaneceu intacto teve como base a possibilidade de manter as pessoas conectadas e interagindo em esferas pessoais.
Desta forma, é possível afirmar que a interatividade sempre foi um dos principais aspectos na captação, retenção e desenvolvimento de relacionamentos positivos entre pessoas, entre empresas e entre pessoas e empresas. A evolução natural da capacidade humana de se relacionar, inicialmente dependente do contato pessoal ou da utilização de meios tradicionais como o telefone, encontrou na Web seu derradeiro solo fértil.
A Internet, por característica desenvolvida e aprimorada ao longo dos últimos anos, criou um universo de possibilidades de mídias convergentes, canais de relacionamento e meios de transação sem parâmetros de comparação com qualquer outro ambiente já vivenciado.
A publicidade, um dos principais momentos da comunicação empresa-cliente, apesar de ainda não ameaçar os meios tradicionais, cada vez mais direciona investimentos para o mundo digital. Em 2008, a Internet foi a mídia que mais cresceu em relação a 2007 – 45%, contra 28,5% da TV por assinatura, segunda colocada (o rádio teve desempenho de 23,3% e o cinema de 21,3%, por exemplo).
Mais importante que as possibilidades trazidas pela rede são a aceitação e a utilização destas pelas pessoas (usuários-consumidores) – outro fenômeno também sem precedentes. Mas como tirar o máximo de proveito da Internet para benefício dos dois grandes atores do mundo dos negócios – clientes e vendedores/fornecedores?
Atualmente, a palavra do relacionamento empresa-cliente é 2.0, termo utilizado para definir quase qualquer coisa que se refira à interatividade e colaboração entre pessoas e empresas.
Clientes são, em essência, pessoas com alto grau de distinção em relação a suas particularidades, necessidades, interesses e expectativas.
Empresas, por outro lado, possuem diferentes níveis de interação, comunicação, suporte e proximidade com seus clientes, decorrentes de seu tipo de negócio, setor de atuação, visão de mercado, etc. Entretanto, não restam dúvidas de que o relacionamento entre as partes é de extrema importância para o sucesso e satisfação dos objetivos de ambos. E esse convívio 2.0 gera oportunidades e ameaças a todo momento.
Partindo do pressuposto que a qualidade do produto ofertado/vendido é critério básico de competição, o relacionamento, elemento intangível, se apresenta como o componente de valor que irá ditar os resultados corporativos no médio-longo prazo. A falta de atenção às expectativas dos clientes, particularizadas em cada um dos momentos de seu ciclo de vida, mostra-se catastrófica.
Cada interação empresa-cliente é uma oportunidade de enriquecer e aumentar o valor deste ativo chamado relacionamento. Disponibilizar canais, suporte, funcionalidades ou ferramentas é preciso, mas utilizar estrategicamente o substrato das interações também. De fato, ainda hoje, os processos de captura, análise e feedback personalizado estão engatinhando nas empresas, menos pela falta de tecnologia ou conhecimento e mais pela forma como as empresas (principalmente as grandes) estão estruturadas e arquitetadas. Sistemas dispersos que não se conversam, visões parciais de processos, descentralização de comando e até mesmo falta de priorização de investimentos e esforços no tema imperam no dia a dia das grandes corporações.
Um cliente satisfeito com o produto, porém mal tratado, mal atendido em suas expectativas e necessidades é um futuro ex-cliente. Com produtos e serviços realmente comoditizados, um cliente insatisfeito com o produto, porém bem tratado e atendido, pode ser revertido. Perceba a nova dinâmica dos mercados consumidores: mais importante que o produto ou serviço em si é todo o processo que envolve o consumo/compra deste produto ou serviço. E tudo isso, instantaneamente 2.0.
____________________________________________
ATENÇÃO PARA A ATIVIDADE:
Empresas estão investindo em estratégias de relacionamento via WEB. Alguns exemplos:
LEIA OS CASOS ACIMA, e construa no nosso blog, junto com os colegas, suas impressões sobre os temas abaixo:
1. Qual o ponto em comum entre os exemplos acima dispostos?
2. Como eles entendem estrategicamente estes investimentos?
3. As necessidades de informação e de participação estão cumprindo os desejos de steakholders destas organizações?
4. Relacione o conteúdo dos links acima, as realidades das organizações citadas na web com o seguinte esquema:
4. Relacione o conteúdo dos links acima, as realidades das organizações citadas na web com o seguinte esquema:
Esta construção deve ser colaborativa, ou seja, expresse sua opinião e comente a dos colegas.
OBS. Nome completo ao assinar as postagens, pois vale nota!!!!



O LINK DA NESTLÉ NÃO ESTÁ FUNCIONANDO!! BUSCAREI OUTRO CASE. POR HORA USEM OS OUTROS DOIS!!! JANA
ResponderExcluirGuto
ResponderExcluirAff...adoro interatividade! Muito bom Jana. Vamos la turma, mostrem que entenderam o que a gente conversou.
Que presença, heim Guto? Vamos lá pessoal!!!!
ResponderExcluirÉ um pássaro, é um avião?!!
ResponderExcluirHahaha
Vamos lá galera nosso blog vai bombar.
Deise Marques
Legal!!
ResponderExcluir:D
Liiiiiindo!!!
ResponderExcluirÉ um *meteoro da paixão*
brigadu pela lembrança profa!!!
Corrigindo:
ResponderExcluiré "stakeholders" não steakholders...
já tenho meio ponto? :D
hehe
beijo
Nati
Giiuliano Capitani
ResponderExcluirEu não entendo o esquema dos bonequinhos a cima.... que é pra ser seguido
Isso mesmo Natália!!!! Sem ponto extra, mas a certeza de que sabes o que é REDAÇÃO COOPERATIVA!! hehehehe
ResponderExcluirRevisei o texto mil vezes antes de postar e já tive que alterar outros probleminhas hoje....hehehehe
Que bom que gostaram!! Renatinha querida!!!
Olha...SOBRE OS LINKS..
Estou fazendo buscas na Internet e vendo o mesmo erro em outros materiais da web que remetem para esse mesmo erro!!! Vou achar uma solução. Pela manhã só não dava para ver o da Nestlé...e agora todos estão sumindo!!! Um boicote??? Será??? Mistééééério!!!!!!!!!
Giu...é para interpretar as figurinhas...os bonequinhos!!! hehehehe...está pequeno demais? Posso mandar por e-mail. Bjs
ResponderExcluirEu achei a imagem maior na internet Giu.. segue o
ResponderExcluirlink.
http://allaboutt.files.wordpress.com/2009/05/consumer.jpg?w=475&h=533
Muito pequeno.....além de interpretar os bonequinhos temos que comentar os blogs é isso?
ResponderExcluirObrigado Deise!!!
Consegui Ler dois blogs o da Fiat e o da STB, e o que me pareceu é que as duas empresas já se antenaram na importância da web ser uam plataforma de troca de informações e dinamismo entre as empresas e o consumidor.
ResponderExcluirDepois mando mais.......
Acho que os bonequinhos querem dizer que existe uma interdependencia entre todo o processo de produção,consumo e principalmente na comunicação......sei lá me ajudem!
ResponderExcluirO Blog tá bonitão, Jana!
ResponderExcluirAcho que o grande lance da web 2.0 nessa relação empresa/consumidor é ter o feeling para captar quais são as forças e oportunidades, e saber se posicionar lucidamente quanto as fraquezas e ameaças!
Boraaa ler os artigos então...
Beijos.
Alguém consegui ler esse? http://blogs.abril.com.br/erro
ResponderExcluirEu não consigo.....
Tá bonitão o blog :)
ResponderExcluirTo esperando o novo link... Hoje a noite posto algum comentário pertinente, hehe
É isso aí, pessoal!!!! Vamos em frente com os links que funcionam...Vou sair agora...mas vou morrer de saudade de vocês e do nosso blog de verdade...BOMBANDOOOOO....e lindo!!!!!!!Mandarei notícias...
ResponderExcluirGiu...comentar a figura de acordo com os cases (links, artigos, como queriam chamar) que lestes e a pergunta referente a figura. Só consegui abrir esses dois também. Bjs
ResponderExcluirO ponto em comum entra as empresas é a busca pela aproximação do cliente, buscando entendê-lo melhor e fazer com que o cliente interaja com a marca. E pelo que consta nos textos, ambos entendem a internet como um investimento importante, no caso da Fiat eles monitoram os acessos dos clientes para descobrir do que eles gostaram mais e o tempo de permanência em cada página para assim melhorar continuamente nas campanhas, isso demonstra uma preocupação grande da marca com relação as mídias digitais. Acredito que seja de interesse de todos os stakeholders a participação das empresas nas mídias digitais, pois quando uma empresa adere a elas, acaba se expondo de uma forma ampla, está sujeita a críticas e elogios e precisa ter maturidade suficiente para gerenciar ambos e somente uma empresa que acredita na qualidade do seu produto/serviço consegue se sustentar neste caso, então é bom para todos, acionistas, consumidores, sociedade e demais stakeholders. Depois eu mando um link de um vídeo para "engrossar" o assunto.
ResponderExcluirIsso que o Guilherme falou é muito legal.....mas pode ser que se um cliente quiser se posicionar contra uma empresa, a repercução pode ser fatal!
ResponderExcluirVou deixar também um link de um livro que explica os conceitos que a gente utiliza hoje, o livro foi criado de forma colaborativa, por blogueiros e pesquisadores da internet, fala também sobre alguns desafios que devemos enfrentar com ela também, aí vai: http://para-entender-a-internet.softonic.com.br/
ResponderExcluirO ponto em cumum entre estas empresas, e a utilização da internet como ferramenta de publicidade e marketing. Por ser uma ferramenta de baixo custo, e que tem crescido de forma inacreditável nos últimos anos, cada vez mais as empresas tem visto com bons olhos este tipo de ferramenta. Porém, a grande sacada que algumas empresas tiveram sobre a utilização de redes sociais como meio de divulgação, é a aproximação empresa/cliente que estas ferramentas proporcionam... Com a comunicação através de redes sociais o relacionamento entre empresa e cliente ficou muito mais informal e foi estreitado significativamente. Com isso os clientes acabam tendo um contato mais direto, uma atenção maior e um retorno mais rápido. E por isso acabam se sentindo importantes para tal empresa, o que acaba gerando uma motivação de compra maior, e principalmente uma fidelização muito maior.
ResponderExcluirAlexandre Vicente Tomljanovie Jr.
Essa questão levantada pelo Gui e pelo Giuliano, dos riscos que as empresas correm ao aderirem as mídias digitais para terem uma maior comunicação como seus clientes, faz o maior sentido. Toda forma de publicidade se não for feita de maneira profissional, pode acabar gerando uma publicidade "negativa" para a empresa.
ResponderExcluirPor isso, por mais que a comunicação digital entre empresa/cliente seja de uma forma infomal, ela deve ser feita com atenção e com total profissionalismo... Pois por mais simples que pareça, se a empresa que aderir a essas ferramentas não estiver bem preparada para lidar com elas, os problemas serão inevitáveis e em alguns casos irremediáveis.
Alexandre Vicente Tomljanovie Junior
Maravilhoso, guris!!! O link da Nestlé está no ar!!!! Hoje é mais um dia de Blog. Vamos aguardar o vídeo Guilherme!!!
ResponderExcluirO ponto em comum, como alguns colegas já falaram , é o fato de que as empresas querem se aproximar de seus consumidores, da maneira mais simples, que é a internet, onde grande parte das pessoas está conectada diariamente, e atravez da web 2.0 podem dar suas opiniões, críticas e sujestões, e com isso a empresa se adequa ainda mais ao perfil exato de seu consumidor. Concordo muito com o que os meninos falaram, de que qualquer erro pode ser fatal, e trazer grande má repercurção para a empresa, no próprio link da Janaina, o da Fiat, logo abaixo tem os comentários dos “internautas” onde um deles posta um link mostrando total insatisfação de um consumidor com a empresa, é bem legal olhar esse link também. É um exemplo claro sobre os contras da web 2.0.
ResponderExcluirhttp://www.maritonio.com.br/default.asp?escolha=pagina&tipo=6
Natália Valentini
Estratégicamente é um bom investimento, pois de acordo com pesquisas as pessoas tem gasto mais tempo em frente ao computador, seja para trabalho ou para lazer, e despercebidamente, ou não, acabam acessando determinados links que os levam até alguma página onde a empresa faz o possível para ter um melhor aproveitamento da inteligência coletiva e do poder de processamento do cliente.
ResponderExcluirNatália Valentini
O ponto em comum, como junior mesmo disse, é que as empresas estão utilizando a internet como uma ferramenta de marketing e publicidade, percebendo que com o euxilio dela, também podem cada vez mais melhorar seu "convivio" com o cliente, o consumidor, sabendo o que está bom e o que ainda pode melhorar com essa interação, podendo aperfeiçoar sua marca ou produto... concordo também com os guris em ralação a empresa ter maturidade perante as criticas e elogios, pois com a utilização das midias digitais estão se abrindo para opiniões, então tem que ser profissionais e levar as criticas como construtivas para não criar uma má impressão da empresa, podendo até levar ao seu fim...
ResponderExcluirRenata Dreher
Como a gnte viu na aula que tivemos com o Guto, para as empresas a internet é uma forma de propaganda onde nos dias de hoje pode trazer melhores resultados, pois as pessoas ficam conectados muito mais tempo na internet do que sentados na frente da televisão. No facebook, por exemplo, tem os likns de algumas empresas, e a média de tempo que as pessoas ficam conectadas é de 55 minutos, enquanto na televisão as propagandas não chegam a 50 segundos... como a natália disse, para as empresas a internet é um investimento, pois mesmo sem perceber as pessoas acabam ecessando esses links..
ResponderExcluirRenata Dreher
Muito bem meninas...galera...desenvolvam e coletem mateiral (parabéns Nati)...
ResponderExcluirO que há de novo para comentar? estou de olho em vocês
:-))))
Assim como os colegas já falaram, acredito que essas empresas são ótimos exemplos a serem seguidos por muitas organizações que ainda não percebem as grandes oportunidades que surgem através da web 2.0 e por falta de atitude as deixam escapar por entre os dedos.
ResponderExcluirA STB e a Fiat são empresas que apostam mais do que nunca, num relacionamento interativo com seus públicos. Para isso utilizam de ferramentas digitais para atingir de modo eficiente o público 2.0, com ações diferenciadas que conquiste o consumidor e assim consiga fidelizá-lo a marca.
Este tipo de relacionamento aderido por essas empresas, é visto como uma grande estratégia de aproximação da marca e/ou serviço com seu público e consumidor. Sendo este bem atendido, por meio digital, ele não só escolhe o produto que quer comprar, que prefere, mas também diz para todo o mundo, através de um blog, uma rede social, uma comunidade, ou em fóruns, assim divulgando a marca e a empresa (CIACO, 2009) -Diretor de publicidade e marketing da Fiat.
Com certeza os desejos e necessidades dos stekaholders dessas empresas estão sendo supridos de forma inteligente e criativa, cativando-os e aproximando-os cada vez mais da organização.
Adriana dos Santos Severo
Olá Jana e coleguinhasss...
ResponderExcluirPesquisando, encontrei uma entrevista que fala da Web 2.0, mas direcionada com a comunicação interna das organizações, achei intressante e estou compartilhando com vcs.
Segue o link...
http://cio.uol.com.br/gestao/2010/03/15/como-a-web-2-0-mudara-a-forma-das-empresas-fazerem-negocios/paginador/pagina_2
Adriana dos Santos Severo
Esta ,muito interessante o debate e as colocações sobre a WEB 2.0. Como já citado verifica-se que as empresas, não só as que estamos trabalhando,mas, a grande maioria estão apostando no relacionamento com os clientes via internet e evidentemente não poderia ser diferente pois estamos vivendo a era da revolução da comunicação onde as informações mudam e são buscadas de uma forma muito rápida. Face a esta situação verifica-se que empresas que não aderirem a esta ferramenta perde espaço no mercado comercial. Estas empresas, SBT e Fiat, e , evidentemente outras entenderam que o sucesso do relacionamento com com clientes e conseqüentemente das vendas passa por conhecer as necessidades que os mesmos têm e a oportunidade de espressar esta necessidade fica bem mais fácil pelos canais de acesso disponibilizados na WEB. Portanto as mesmas entendem como de vital importancia tanto os investimentos como também as melhorias de acesso aos usuarios. Mas, apesar do investimentos feitos ainda há muito a ser construindo para satisfazer de forma total os consumidores. As pequisas, tão necessarias para o conhecimento das demandas e de possibilitar uma leitura tecnica tem um papel fundamental neste processo, pois, é atraves delas que as necessidades podem ser implantadas.
ResponderExcluirUbiratan da Cunha Guilherme
Concordo plenamente com a Renata e com o que o Guto disse na nossa aula, o custo de alguma propaganda se torna muito mais barato, pelo simples fato de que é visto por muito mais tempo, fora o fato de que as pessoas passam grande parte da vida trabalhando e (normalmente) trabalham em frente a um computador e não a uma televisão!
ResponderExcluirEu mesma, sou refém desses anúncios do facebook, eu amo o peixe urbano! hehe
Esse BROG tá bombando! :D
Natália Valentini
Quanto ao esquema enviado solicito que alguem que tenha ele de um tamanho maior para facilitar a leitura e interpretação que envie para o e-mail ugaucho@gmail.com
ResponderExcluirabraço
Encontrei um linck que achei interessante, que fala bem sobre a internet e a comunicação empresarial... a diferença entre a televisão e a internet, seus beneficios, o crescimento... fala também sobre interatividade, que foi comentado na última aula... eu achei bem legal...
ResponderExcluirhttp://www.comtexto.com.br/convicomartigomariaclarajobst.htm
Renata Dreher
Primeiramente tenho que dizer que adorei os três textos, a web 2.0 é um caminho para toda a empresa que deseja se comunicar com os seus públicos, essa discussão é muito interessante, porque ainda se vê algumas grandes empresas sem investir neste campo e sem reconhecer que não se pode fazer algo desordenado, sem pesquisa prévia e sem profissionais de comunicação que guiem essas ações para que se encontre os melhores resultados...
ResponderExcluir... Interessante também que podemos perceber que é um campo em grande expansão, sem definições do que vem a melhor a ser feito, vale a ideia mais criativa e a estratégia que melhor agrade os seus públicos. Uma ação de comunicação bem feita, não precisa dispender de um grande investimento financeiro, basta que tenha impacto e seja relevante. Já se percebe muitos virais, e-mail mkt, twitter e facebook de empresas que sabem como comunicar e a melhor forma de comuicação com este público alvo...
ResponderExcluirUma resalva a se fazer, é que as empresas ainda não podem fazer um investimento apenas focado em internet, as ações devem ser integradas, de forma que atinga todos os consumidores. Kotler defende este conceito, que a melhor forma de se fazer uma comunicação, é de forma integrada! Neste caso, a FIAT se destaca entre os outros artigos apresentados!
E por fim, os bonequinhos!!!
ResponderExcluirA comunicação nunca foi tão atualizada como ultimamente, graças a web 2.0 as empresas utilizam deste canal para criar sua comunicação com o apoio de seus consumidores. É possível saber qual o retorno que estes tem sobre os seus produtos, monitorar feedbacks positivos e negativos...
As organizações precisam estar preparadas para lidar com estas transformações e ouvir seus públicos, é a melhor forma de encontrar resultados, ou se não de nada vale usar a web 2.0, sem saber o quanto se pode extrair dela, principalmente no que se refere a comportamento de consumo.
Bem Colegas,
ResponderExcluirComo este é um assunto que esta tomando proporções cada vez maiores e fica bastante claro que a web é a grande impulsionadora de novos conceitos de relacionamento com os clientes envio a vocês um material que achei bastante interessante, segue o link para acesso
http://www.slideshare.net/rutefaria/redes-sociais-na-web-e-comunicao-corporativa-novos-caminhos-para-a-interao-entre-as-empresas-e-seus-pblicos
As empresas estão cada vez mais interessadas em usar as técnicas de Web 2.0 em duas áreas: da organização, para aprimorar a eficiência e a produtividade, e da organização para os clientes, para melhorar a satisfação do cliente. O uso da Web 2.0 pelas empresas para fazer a interface com seus clientes e consumidores tem um enfoque social e comunitário, elas precisam cada vez mais surpreender seus clientes e para isso é preciso conhecê-los melhor, e o interesse neste uso da "comunidade como um cliente" está crescendo cada vez mais rápido.
ResponderExcluirUhuuuuu!!!
ResponderExcluirO blog tá bombandoooo...
Grande idéia Jana!!!
heheheh
é BROG Renata! hehe :D
ResponderExcluirEste comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirooo ateh agora eu naum intendi direito oq eu pra fazer nesse negocio so sei que tem algo a ver com brog e mais brogs sauhauhuhsahusa
ResponderExcluirmais ta valendo
a respeito do link Nestle eu consigo abri e falando nisso boa a ideia dos carinha pq tu se diverti ali e pode criticalos e elogialos enquanto se diverte bem bolado
Na internet a comunicação é de fácil acesso, o empresário busca uma aproximação com o cliente e através de blogs ou twitter, por exemplo, a opinião do público estará a mostra com postagens e comentários. É uma forma de estar ligado ao consumidor, podendo assim mudar algo em seu produto ou campanha, se necessário for.
ResponderExcluirA partir do momento em que a empresa está na mídia, esta precisa ter equilíbrio e profissionalismo para aceitar elogios e críticas, acreditando no potencial de seu produto.
Os exemplos da STB, Fiat e Nestlé são de empresas que apostam na inovação e se “rendem” a interatividade. Através da internet e de redes sociais estas são capazes de entender melhor seu público e suas necessidades, assim para elas os desejos de steakholders estão necessariamente sendo supridos.
Abaixo segue o link de um vídeo que mostra o poder das redes sociais. Vale a pena ver.
http://www.youtube.com/watch?v=dwCok_rZYjs
Deise Marques
aiii tá Natália, desculpa!!!
ResponderExcluirah, antes escrevi errado também, é link e não linck... heheheheh
que tonta!!!
viu como é bom a internet??? as pessoas e a gente mesmo pode corrigir os próprios erros...
heheheh
que legal!!!
Trabalho com vendas tipos esses representantes comerciais e ainda acho que o melhor modo é o cara a cara com o cliente sei lá até quando eu telefone para alguns para fazerem o pedido já fico meio assim, mas tem muitas empresas que já fazem isso já tiram seus pedidos por emails,mas estamos entrando na ara realmente onde nem vamos mais precisar sair de casa pra vender basta ter um produto bom e manda o email pro cliente e deu pra bolinha sauhasuhsauhhsa
ResponderExcluirum Feliz Sabado a todos fiquem com Deus
Jonathan Anderson Kappel
Colegas,
ResponderExcluirApós a leitura dos artigos e com o momento que estamos vivendo, podemos afirmar que a internet faz parte sim de nossas vidas, a maioria dos serviço está ligado aos meios digitais e logo a internet. Nesta era da web 2.0, fazemos compras, pagamos contas, tudo sem sair de casa, apenas com o uso de um computador ligado a rede.
Muitas empresas se beneficiam deste meio também, conforme os cases apresentados, muitos são os empresarios que apostam nessas ideias, criam setores especificos para administração de suas redes virtuais, tudo para deixar o consumidor interado de todo o acontecimento global da empresa.
Somos privilegiados por viver nesta era, informação é o que não nos falta, precisamos apenas de boa vontade!!
Grande abraço
Luis Fernando B. Pressi
As empresas estão cada vez mais preocupadas na forma de divulgação e relacionamento (empresa/clientes) de sua marca, algo que de retorno imediato e de forma completa. A empresa tem que apostar na idéia CERTA, ela não pode errar, pois a concorrência é grande e tempo é dinheiro.
ResponderExcluirO contato entre as empresas e clientes está cada vez mais próximo dos internautas. Muitas vezes passamos tempo em meio às redes sociais e dali já podemos perceber que as empresas divulgam seus produtos e sua marca de forma tão simples e que dão um retorno desejado, um exemplo são com as consumidoras. Se uma empresa divulga um produto nas redes sociais e ele faz a cabeça das consumidoras, imediatamente ela vai correr atrás do mesmo para adquirir, tenho essa experiência, pois na empresa onde trabalho, quando o produto é divulgado nas redes sociais, a procura é grande, justamente por que viram a mercadoria sendo divulgada na internet.
Hoje existem clientes que não tem mais tempo para sair e escolher com calma certas mercadorias, mas que tem um desejo enorme de adquirir, basta ele dar um click e a mercadoria que ele deseja comprar esta disponível nos sites das empresas, com formas de parcelamentos, às vezes melhores que a própria loja oferece e entregas gratuitas, podemos pensar também, que muitos daqueles clientes que não suportam os vendedores ao redor deles, adquirem através da internet, sua mercadoria com bom parcelamento, realiza um auto-atendimento (não precisa, muitas vezes depender da boa vontade de alguns vendedores), com entrega gratuita e segurança nela. Aquelas empresas, que oferecem um atendimento diferenciado para seus clientes virtuais, mostram o interesse, interação e comunicação criando muitas vezes uma rede de amigos (clientes) fieis. Este convívio 2.0 que a empresa e o cliente criam, trazem conforto e segurança na hora da compra, assim a empresa acaba fazendo sua propaganda com ótimos resultados e custos baixos. Cada cliente conquistado, mas mídias sociais trazem resultados positivos para a empresa, além da marca ser vista como um referencial dos internautas ela disponibiliza uma parceria bem legal com empresa e cliente.
Para aquelas pessoas que imaginam que um bom atendimento (falando de atendimento online) é o vendedor falar aquelas palavras carinhosas como, “queridinha” “florzinha” “meu amor”, estão enganadas, pois um bom atendimento é aquele que sabe sim tratar com educação o cliente, mas que realmente percebe o que o cliente procura adquirir, sabendo do desejo do consumidor. Cliente que fica satisfeito com a marca se torna um cliente fiel, aquele que por motivos se decepciona, com certeza perderá credibilidade, e o mercado esta cada vez mais disputado, imediatamente ele procura o que lhe satisfaz melhor.
Muito ganha as empresas que estão investindo no relacionamento via WEB, pode ser na busca de amizades, vendas e relacionamento o importante realmente é a marca estar atenta as novidades virtuais.
DAIANI BELLINI
Parabéns a todos que já comentaram....a idéias estão de ótimo proveito....bom final de semana!!!
ResponderExcluir(((Por: Michele C. Land)))
ResponderExcluirOi Pessoal!
Lí os artigos e comentários, PARABÉNS JANA, realmente muito intertivo o exercício, Realmente condizente com o conteúdo web 2.0.
Bom, me identifiquei muito neste assunto em relação ao trabalho que estamos elaborando para aula de 2ª-feira, onde falaremos sobre as redes sociais e as empresas. E eu acredito que se o consumidor está no Orkut,no Twitter, no Facebook, é lá que as marcas devem estar. Desde que essa marca saiba usar estas redes á seu favor, seguindo uma reputação, exercendo os valores da empresa. Também acredito que somente as redes sociais, sozinhas, não tazem uma popularidade á uma marca. Nas redes sociais todos são visíveis, mas nem todos são populares, então as empresas necessitam de um auxília de mídias, como TV, rádio, impressa ...
Uma empresa que está interagindo com seu público em redes socias agraga uma imagem atual. As redes sociais estão associadas a "Novas Tecnologias", modernidade, futuro, interatividade. São valores que podem transmitir uma imagem positiva de qualquer empresa, se está nas redes sociais é dinâmica e atual. òbviamente, como o Guto falou na aula que substituiu a Jana, ATUALIZAÇÃO destas páginas é o mais fundamental ainda! Por que ter rede social e não usar/atualizar, gera uma imagem contrária.
Por: Michele C. Land
(((Por: Michele C. Land)))
ResponderExcluirRedes sociais são facinantes, envolventes!
Tanto que a própria Fiat foi a primeira empresa a lançar um carro por uma redes social, lançou o NOVO UNO pelo formspring!
As redes sociais podem fazer pessoas se tornarem empresas! Um exemplo é o Danilo Gentilli, apresentador do CQC, tem aproximadamente 670 mil seguidores no Twitter. Pois em um show que ele faça em São Paulo, onde cabem 100 pessoas no Teatro – por exemplo – um Tweet dele informando sobre o evento, consegue vender todos os ingressos em minutos, não apenas pelos 670 mil seguidores dele, pois nem todos são de São Paulo, mas a quantidade de RTs (retweets) que ele gera faz com que em poucos minutos milhares de pessoas sejam impactadas e com isso comprem os ingressos para o seu show.
UMA CURIOZIDADE: As primeiras redes sociais virtuais surgiram há pouco mais de 10 anos atrás, mais precisamente em 1997 com o lançamento do Sixdegrees. Este site foi o primeiro a possibilitar a criação de um perfil virtual combinado com o registro e publicação de contatos, o que viabilizou a navegação pelas redes sociais alheias.
Muito bom o comentario da nossa colega Michele...como ela comentou acima estamos realizando um trabalho na aula de segunda que trata sobre o mesmo assunto do nosso BROG...concordo com tudo o que ela falou...realmente vc esta de parabens pela iniviativa Jana...bjs
ResponderExcluirDaiani Bellini
(((Por: Michele C. Land)))
ResponderExcluirOs links dos textos e a imagem estão interligados, pois como todos os colegas acima falaram, é a busca pela conectividade constante empresa x consumidor. As marcas estão investindo na comunicação com o cliente pela web 2.0, pois se um Brasileiro passa a média de 6 horas na internet, ele vai embusca de algo! E este algo é a "sua" empresa. Eles estão percebendo a oportunidade e aproveitando muito bem. Um comercial de televisão tem o quê?? 30 segndos, 1 minuto, para prender a atenção do seu cliente! Sem contar que na net, sua marca fica lá exposta, por tempo indeterminado, podendo ser acessada sempre.
A distância do teu consumidor com tua empresa é a de um simples CLICK!
Eu sou fãn de usar a net pra fazer compras, aproveitar promoções de produtos e até em atendimento. Hoje mesmo usei o atendimento on-line da SKY! Tirei minhas dúvidas com o atendente por uma janela de "pate papo"! Não levantei o telefone, ñ saí da cadeira e ainda fazia outras coisas enquanto aguardava a resposta do atendente! ... O tempo do cosumidor é curto hoje em dia, e a comodidade da internet é insubstituível!
Para as organizações usuárias detas redes, é no minimo rentável ter sua marca exposta, além de não pagar nada, você induz seu cliente a acessar, a estar conctado com sua empresa, sem sair de casa! Além dos internautas de plantão os ajudarem a entender o que o seu público alvo quer, sabendo ouvir elogios e administrar as críticas.
Ou seja, as empresas estão ligadíssimas naquela frase: " Se não está no google não existe" ... hehehee
Acho que por hoje é isso pessoal!
Durante o findi passo por aki di novo.
Abraços a todos
Bombandooooooooo o blog
Queridos...mais um dia cheio de aprendizagem!!! Muito bons os comentários!!!
ResponderExcluirQue maravilha de suporte de ensino!!!!!!
Peço que lembrem de comentar os temas indicados, ok?
Boa noite e até amanhã!!!!
Bom Dia Colegas!
ResponderExcluirComo estamos falando de rede social e de web 2.0 tem um filme bem interessante sobre o surgimento disso tudo - The Social Network- Vale apena!
O Giuliano disse
ResponderExcluir"Isso que o Guilherme falou é muito legal.....mas pode ser que se um cliente quiser se posicionar contra uma empresa, a repercução pode ser fatal!"
Eu concordo, mas na minha opinião, este seria mais um argumento que estas organizações precisam de profissionais especialisados "em comunicação com o cliente", e aí entra nós, estudante e/ou profissionais de comunicação social.Valeu.
Sabrina da Silva
Também queria dizer:
ResponderExcluir1- Identifiquei que o ponto em comum entre os exemplos é que essas empresas estão atentas a nova realidade comercial. O consumidor de hoje em dia, por se apropriar do aparato tecnológico que está à disposição, está mais atualizado, mais exigente, e se as “marcas” quiserem se consolidar no mercado, atendendo e conhecendo o seu cliente, elas precisam usar todas as mídias disponíveis, em especial, as digitais, que além de assumirem tamanha amplitude, são gratuitas.
OUTRA COISA:
ResponderExcluir2- As empresas estudadas querem tirar o melhor proveito destas plataformas. Eles decidiram investir em inovação, com baixo custo, que possibilita ajustes imediatos e tem o feedback a todo momento. (Eu tive uma experiência com a fiat, onde me fiz o contato por e-mail e a resposta deles foi na mesma hora, coisa que não aconteceu quando procurei a concessionária... FIQUEI SUPER SATISFEITA, E INCENTIVO TODOS A USAREM DESSAS PLATAFORMA QUANDO PRECISAM RESOLVER PROBLEMAS PRINCIPALMENTE COM AS “GRANDES EMPRESAS”)
3- No meu entender, os desejos de participação dos públicos de interesse destas organizações, estão sendo cumpridos, a partir do momento que as empresas referidas desejaram “estar” onde o cliente está, participando da sua vida.
ResponderExcluirPor isso, a grande sacada é a aproximação com o cliente/consumidor, pois a informalidade oferecida pelas redes sociais é o que favorece o fluxo comunicacional de mão dupla que estudamos em sistemas de comunicação.
E segundo a Jana (2010) “A falta de atenção às expectativas dos clientes, particularizadas em cada um dos momentos de seu ciclo de vida, mostra-se catastrófica”
Isto nos mostra que empresa que não conhece seu cliente, é incapaz de prospectar seu futuro.
Sabrinada Silva
A globalização também é o resultado do progresso da Internet, as empresas estudadas comprovam que é eficiente utilizar o meio digital e sua interatividade para compartilhar diretamente com as pessoas no momento exato que elas desejam e de forma exelente o que elas necessitam e ou poderão então manifestar mais entusiasmo ao que a internet lhes propicia, e sem dúvida como já foi citado o computador é a ferramenta que disponibiliza mais aproximação com as pessoas,ou seja,você pode acessar o que você quer e procura em qualquer momento.Então, eficiencia e progresso nos ciclos das empresas se comprova sem dúvida, principalmente por meio dessas plataformas que geram a informação constantemente.
ResponderExcluirJustificando a globalização neste contexto virtual, quero dizer que: a internet não limita seu espaço no mundo, e sim só aumenta mais as possibilidades das empresas e das pessoas ampliarem tudo e se desemvolverem mais. Vamos dizer sim! "A internet comanda todos os reinados da comunicação perfeita e envolvente por completa"
ResponderExcluirDeise, obrigada pela imagem mais definida...
ResponderExcluirRespondendo a questão 4, entendi que o esquema representa o indivíduo com suas interfaces. Uma hora ele é consumidor, em outro momento ele passa a ser produtor, é também um cidadão, que faz parte de comunidades, que compra, que interage.
Diante disso, lembro de uma frase que a Jana falou em aula e achei muito importante:
“tudo que tem de bom e mal na internet está dentro de nós”
Então, o mundo real e o virtual são iguais, pois os atores são os mesmos.
E se somos estudantes ou profissionais de comunicação, precisamos entender e gostar de trabalhar com pessoas, para termos melhores resultados com as ferramentas que nos aproximam do outro, objetivando a satisfação do cliente e da empresa.
Bom final de semana!
Sabrina
O ponto em comum é a aproximação cada vez maior entre a relação empresa/consumidor, através da utilização da internet, pois é nela que grande parte das pessoas estão conectadas, e as empresas estão buscam satisfazer o seu consumidor. E com essas plataformas, as empresas têm baixo custo, ainda com feedback a toda hora. Sendo assim as necessidades das empresas estão sendo cumpridas, mostrando cada vez mais o conhecimento sobre o seu consumidor.
ResponderExcluirA relação do esquema dos bonequinhos é que eles se interligam, agindo num processo de empresa/consumidor.
sem duvida naum a como negar que vivemos na era da Internet, so oq nos resta é seguila né naum podemos tirar o merito que ela nos ajuda e como ajuda neh nos trabalhos, relacionamentos, reclamações e até em brogs pra comenta e ganhar a nota no trablho nas aulas da Jana e dale Jana
ResponderExcluirtudo de bom pra vcs
que Deus abençoe a todos
De certa forma a interatividade sempre existiu, é só lembrar que "desde sempre" as pessoas ligam para as rádios e pedem músicas, por exemplo, a programação é feita pelos próprios ouvintes. É uma boa estratégia, uma vez que a rádio é beneficiada e o ouvinte também. Hoje, essa ligação EMISSOR > RECEPTOR se tornou muito mais fácil, acessível, além da grande transformação da web 2.0: o receptor passa a ser também emissor, expressando suas opiniões em sites ou blogs próprios.
ResponderExcluirDefendo a ideia de que uma empresa com perfil na internet se torna mais humana, mais real, e pessoalmente eu tenho mais confiança em uma marca que, aparentemente, se preocupa com o consumidor e com a relação que ela tem comigo.
Nos dias de hoje as mídias sociais são fundamentais para um bom negócio. Além de ser barato, é quase inacreditável a velocidade que a informação é passada, e a quantidade de pessoas que pode atingir.
Para entender melhor essa estratégia das redes sociais sugiro ver essa apresentação: http://www.slideshare.net/PresentationAdvisors/social-media-for-business-5456817 é super válida, mostra algumas empresas que faturaram com essa “brincadeirinha”, assim como dicas de como uma empresa deve se comportar na internet. “Temos alcance como nunca antes – onde os negócios podem abraçar os seus clientes” a apresentação é em inglês, mas vale a pena olhar só pelas imagens, fica claro como a diferença de distribuição de informação.
Jana, parabéns pela iniciativa do blog, muitos comentários construtivos.
Queridos...sábado foi loucura...loucura...loucura...
ResponderExcluir/:-)))
Peço desculpas por não ter acompanhado...
Nesses suportes temos que estar "ligados" o tempo todo. Mas vou me recuperar hoje, tá?
Realmente, Camila...está maravilhoso!!!
Neste domingo vamos fazer ainda mais!!!
Aguardo asiosamente MAIS comentários, galera!!!!
Beijão da profe
Bom dia!!
ResponderExcluirEm relação ao esquema dos bonequinhos, concordo com a interpretação da Sabrina... Onde acreditamos que nós "boneco central", além de interagirmos com todos os outros, sejam eles pessoas da comunidade, vendedores, compradores, entre outros. Em diversas situações, nós seremos perante as outras pessoas estes mesmos vendedores, compradores... Ou seja, todos nós acabamos exercendo todos aqueles papéis...
Alexandre Vicente Tomljanovie Junior
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirAcabei de ler o artigo da Nestlé... Assim como as demais, ela também aposta na internet como um meio de melhorar a comunicação com seus clientes, inclusive entende as reais necessidades de cada um deles.
ResponderExcluirA nestlé estará criando uma ferramenta totalmente inovadora... Porém, um coisa que sempre me chamou muito a atenção, é a real utilização deste tipo de ferramenta e de similares para a comunicação com estas empresas. Pois sempre uso como base as pessoas com quem convivo, e a mim mesmo, e com isso não noto um certo interesse neste tipo de coisa. Mas ali no artigo eles falam, que acreditam no sucesso desta rede em função do grande número de pessoas logadas ao portal da marca, e assinantes da revista. "A aposta no sucesso se dá pelos mais de três milhões de consumidores logados nos portais da marca, assinantes da revista “Nestlé com Você” e pessoas que interagem via e-mail ou SAC. A empresa acredita que estas pessoas demonstraram alguma disposição para se relacionar com a marca e investem neste público." (Em: . Acesso em: 21 novembro 2010.)
Alexandre Vicente Tomljanovie Junior
Vou postar uma opinião pessoal, independente dos cases, baseado no dia-a-dia do convívio empresa-internet.
ResponderExcluirComo todos sabemos, a internet é um território sem lei ainda sem uma regulamentação definida, ou seja, tudo pode ser a favor ou contra, depende da forma que você utiliza a comunicação neste meio.
Para ter um bom funcionamento, sua empresa ao entrar no caminho dos blogs, redes sociais, ou até mesmo e-commerce, é preciso manter a identidade corporativa e uma ligação direta com Serviço de Atendimento ao Consumidor, além disto todos os funcionários devem estar informados das ações virtuais para poderem falar a mesma língua.
A contratação de profissionais específicos e destinados a administrar as redes também é necessária. Outra questão, é fugir do padrão formal, falar a língua do usuário também aproxima você do seu cliente virtual. Sempre mantendo o respeito e um bom nível social.
Acredito que as empresas estão evoluindo e muito com a web 2.0 e vejo um crescimento enorme no mercado de internet, basta saber aproveitar as oportunidades e ter a consciência que é um meio mais rápido que o físico, portanto as ações que forem tomadas, precisam ter um plano B de imediato.
Marcelo da Sois Fagundes
Abaixo o link do vídeo que havia comentado antes. Ele fala sobre comunidades e gerenciamento delas pelas empresas. E fala algo importante, que hoje apesar de se falar muito em rede social ela não deve ser vista como uma obrigação para as empresas, pois a empresa deve entrar para estabelecer uma "conversa" com o cliente e não só largar informação, se a empresa estiver despreparada é melhor não entrar na rede.
ResponderExcluirhttp://vimeo.com/4718952
JOCELIAS COSTA
ResponderExcluirOs três exemplos buscam a aproximação da empresa com o seu cliente, usando a internet e o próprio público a expandir sua marca. As empresas criam espaços e programas que disponibiliza o cliente a ter uma participação mais ativa junto ao seu produto, sendo uma maneira da empresa valorizar o seu público com se fosse um acionista da empresa. As necessidades de informação e de participação rendem resultados mais precisos para empresa. Mas é necessário um preparo para todo tipo de mensagem recebida, pois a participação do cliente 2.0 se torna cada vez mais importante para a empresa.
Bem, como todos já comentaram o que há de comum entre estes cases é a interação dos públicos meio ao que está sendo disponibilizado pelas empresas que cada dia mais vez aprimorando seus serviços através da web 2.0. Isto significa que estão preocupados com o contexto geral e não somente nas vendas...claro que ainda existem exceções que estas irão sempre existir, mas temos um apoio maior de legitimidade pois esta ferramenta nos possibilita ir além de nossos limites que antes eram considerados tão poucos em relação aos mecanismos de vendas e proximidade com os públicos....
ResponderExcluirVamos lutar por nossos direitos botando a boca no trombone pessoal!!!!!
Beijos
Jana, foi uma brilhante ideia esse blog.
ResponderExcluirEstamos aprendendo uns com os outros, trazendo informações e trocando ideias.
Abaixo segue um link que fala sobre a evolução das redes sociais.
http://www.infoq.com/br/articles/evolucao-poder-redes-sociais
Ah...e acrescentando o que postei acima, todos devemos impor nossos direitos utilizando deste meio para que as empresas notem que eles tem o direito de vender seus produtos/serviços e nós como cidadãos temos o dever de exigir que estes (produtos) acatem aos nossos desejos, em relação a bons produtos e satisfação com o que estamos adquirindo...
ResponderExcluirCaroline Reis
A palavra que resume os dois links, são exatamento o que muitos já citaram que é a INTERATIVIDADE. Onde o cliente (consumidor) consegue ter um acesso amplo e ABERTO com a empresa, podendo assimm ter uma opinião formada e assim se juntando a marca, tendo assim a grande importância do investimento nas redes, é inevitável uma empresa não ter acesso á esse tipo de veículo, pois hoje em dia 90% da população tem acesso e acompanha as mídias digitais, como a Renata falou é somente 50 segundos de propaganda televisa e mais de 55 minutos em frente as redes, então essa divulgação se torna indispensável. E essa é a estratégia,investir, e se atualizar nessas redes.
ResponderExcluirEncontrei um texto muito preciso para compartilhar que fala extamente sobre o que alguns colegas já citaram sobre o "amadorismo" os efeitos contrários, e os riscos que as empresas correm tendo esse acesso: http://revistapegn.globo.com/Empresasenegocios/0,19125,ERA1686670-2884,00.html
A relação entre empresa/cliente esta cada vez mais expansiva, graças a sofisticação da internet, a divulgação das marcas e a interatividade com o publico alvo se da com muita facilidade atrávez das redes sociais. As empresas cada vez mais então usando das ferramentas da web para se beneficiar, assim divulgandoe interagindo com oseu publico alvo. Empresas também usam os beneficios da internet para melhor funcionamento do atendimento externo, usando na web serviços de banco, etc.
ResponderExcluirDaiana Martins
O grande barato que se percebe, com o lance das redes sociais em geral ao meu ver, é a RAPIDEZ e tbm o quão DIRETO você se relaciona com os clientes e também a forma na qual você consegue trabalhar as chamadas CRISES e também comentarios indesejáveis. Na empresa onde trabalho estamos iniciando esse tipo de estratégia tbm. E as dicas de colegas e até mesmo os links vão ser muito ÚTEIS no momento da escolha de onde e como lidar com essa ferramenta. Então.....espero mais comments da galera :D
ResponderExcluirJana,
ResponderExcluirAcessei sei problemas o blog do JJ que fala da Nestle.
Bj,
Michele Masera
Fazendo uma reflexão e dividindo experências:
ResponderExcluirNasci na era 1.0 e vivo na 2.0 que comecei a ter acesso realmente a uns 12 anos atrás, foi nessa época que estava realizando um estudo sobre um dos produtos/marcas da NESTLE (trabalho do colégio).
Liguei para o SAC da NESTLE e pediram para passar-lhes um fax (quando era muito utilizado), especificando o que queria e informando meus dados cadastrais. Não lembro exato quanto tempo, mas acho que entre 7 a 10 dias depois recebi uma correspondência com informações de todos os produtos da marca e mais um caderno de receitas com os produtos da marca NESTLE. Hoje em 2010 através da web.2.0, se não tiver a resposta em segundos é praticamente certo que terei no mesmo dia. Isso tudo para exemplificar as mudanças significaticas, em poucos anos, da comunicação e suas ferramentas e a forma de relacionamento com das empresas com seus clientes/consumidores.
Michele Masera
OPS.: saiu experências ou invés de experiências...
ResponderExcluirMichele Masera
Achei interessante relacionar os três link em tópicos, ou melhor, palavras chaves:
ResponderExcluir- interatividade
- redes sociais
- comunicação digital
- web 2.0
- publicidade, marketing e relacionamento na web
- comunicação integrada
- monitoramento
- perfil comportamental
- comunicação e marketing pró-ativos
- feedback
- mídia social
- entretenimento digital
No case da NESTLE e da FIAT percebi algumas preocupações bastante comuns:
- sustentabilidade
- ambiental e/ou ecológico
Outros pontos podem ser citados como relevantes nos três cases - NESTLE -STB e FIAT:
- educação
- cultura
- saúde
- preocupação com a sociedade.
MICHELE MASERA
Não duvido, mas questiono um percentual postado pela colega Tainah, em 21 de novembro de 2010 18:17 ... sobre os " 90% da poulação tem acesso ou acompanha as mídias digitais", acho que ainda não chegamos a esse número, mas tenho certeza que em pouco tempo esse número será até mesmo ultrapassado.
ResponderExcluirMICHELE MASERA
Estes cases tem com ponto em comum é a interação com seus públicos, que a cada dia que passa, dispõem de mais recursos através da web 2.0. Com estes recursos, consegui-se além falar, ouvir, atender e atender,com uma relação de proximidade, a seus públicos. O intuito nos dias de hoje não é só vender, mas sim entender e criar relações para assim ter está proximidade com o cliente, é possível gerenciar conflitos em questão de horas, assim com se o mediar destes recursos não estiver preparado, pode também cria-los em instantes. As empresas estão vendo o digital como hoje como a grande ferramenta de comunicação, por ser rápida, interativa e barata.
ResponderExcluirThiago Lampert
Muito boa a relação de palavras chave Michele. Achei muito bom o comentário do Marcelo também, pois al´m da análise destes cases, temos um depoimento de um colega com experiência profissional neste processo.
ResponderExcluirThiago Lampert
Bom diaaa.
ResponderExcluirAchei muito bom o comentário da minha chará Michele, quanto a relação de tempo no contato com a Nestle. Acho q isso mostra o por que da grande preocupação das empresas citadas nos links por nós lido, buscarem constantemente a aproximação, a interatividade com os clientes na web 2.0. Exercendo sempre o valores da empresa (como já comnetei antes) com baixo custo, possibilidade de atualização imediata e um feedback em "tempo real".
Poderiamos talvez acrescentar uma palavra chave a relação da colega: COLABORATIVIDADE, que até foi exposta no "BROG" em sala de aula!
((( Por: Michele C. Land )))
Bom dia,
ResponderExcluirPrimeiro, gostaria de te parabenizar Jana pela idéia do Blog. Essa interatividade foi a grande sacada pra gente poder discutir o assunto.
Lendo os comentários dos colegas, concordo com o que foi dito pelo Guilherme Viacava, Alexandre Junior, Drica, Thiago H. Lampert, Daiani B., levantaram pontos importantes nos cases.
Cada vez mais as empresas estão pensando em estratégias para comunicar-se e aproxima-se de seus clientes, afim de fideliza-los, conquistando um número maior de público.
As marcas querem estreitar o relacionamento com seu consumidor, saber quais são suas necessidades, hábitos, desejos, comportamentos. O mapeamento que fazem, serve como base para que a construção e reformulação desses relacionamentos na web.
Os diferenciais também fazem parte dessa conquista cada vez maior de seguidores. Não saber exatamente o que vai receber, acontecer, também faz parte desse estreitamento com o consumidor. Cada vez mais nós consumidores, buscamos e queremos ser entendidos, atendidos e bem atendidos, e termos nossas necessidades saciadas.
Outro ponto muito importante a ser levantado, é a rapidez nas ações quando percebem que precisam refazer suas estratégias.
É imprescindível para as marcas que elas identifiquem os problemas de comunicação existentes. Se não identificados a tempo, podem levar ao fracasso seu produto.
Muito bem levantado pela Mcihele Masera as palavras chaves desses casos.
Por: Heidrich, Aline Di Giorgio
JEFERSON CORÁ
ResponderExcluirBom dia
Interatividade, interação, participação, atividades em grupo, acho que todas essas palavras conseguem traduzir o que todos esses investimentos de empresas totalmente conhecidas no mercado estão fazendo. Se pensarmos de maneira lógica, SBT, FIAT e NESTLE não precisariam estar investindo nestes componentes, pois são marcas famosas, consolidades e de grande sucesso no mercado nacional e internacional, mas enfim, o que faz com que essas multinacionais invistão nessa web 2.0?
- Aumentar o pontêrncial de atendimento;
- Modernização de sistema e ampliação do contato com o consumidor
- Preocupação com a parte ecológica (Não causar danos ao meio ambiente), grande bandeira das marcas multinacionais no sentido de chamar a atenção em ser uma marca ecologicamente correta;
São vários pontos que podemos citar, mas gostei da colocação da colega Camila Silveira onde ela cita em seu comentário que "De certa forma a interatividade sempre existiu, é só lembrar que "desde sempre" as pessoas ligam para as rádios e pedem músicas, por exemplo, a programação é feita pelos próprios ouvintes. É uma boa estratégia, uma vez que a rádio é beneficiada e o ouvinte também. Hoje, essa ligação EMISSOR > RECEPTOR se tornou muito mais fácil, acessível, além da grande transformação da web 2.0: o receptor passa a ser também emissor, expressando suas opiniões em sites ou blogs próprias."
Desta forma creio que as empresas estão apostando na modernização, e não somente essas citadas, várias outras, mas volto a afirmar INTERAÇÃO SEMPRE EXISTIU, a diferença são nos tempos anteriores e nos tempos de agora.
Sobre a colocação do Jeferson e da Camila sobre a programação das rádios, antes as pessoas ligavam para a emissora e faziam seu pedido através do telefone, hoje ela é feita atraves do twitter, msn, entre outros. A comunicação como cometado, sempre existiu, a diferença é que hoje ela é mais rápida, ágil e quebrou barreiras de tempo e espaço.
ResponderExcluirHeidrich, Aline Di Giorgio
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirConcordo plenamente com os comentários postados referente a existência anterior da ligação EMISSOR - RECEPTOR.
ResponderExcluirO que estamos vivenciando agora, é uma nova forma de comunicação, na qual o cliente final possui uma valorização muito maior e sua opinião tem mais importância.
A empresa precisa respeitar mais o seu consumidor, pois uma crítica negativa pode se espalhar com uma intensidade e velocidade, não possível anteriormente.
O mesmo vale para a aceitação de um produto novo ou a aprovação do cliente.
A web 2.0 veio para revolucionar e interagir com o consumidor que hoje é mais inteligente, exigente q qualificado. O mesmo acontece nas redes de TV por assinatura, o cliente pode agora escolher a programação, optar por gravá-la, pausar ao vivo e ainda avançar no momento dos intervalos comercias. Portanto, os publicítários também precisarão serem mais criativos para conquistar este público.
Marcelo da Sois Fagundes
Nas palavras chave que a Michele destacou, acho que duas expressões promulgam a diferênça entre os períodos que o Jeferson e Camila se referiram: INTERATIDADE e ENTRETENIMENTO DIGITAL.
ResponderExcluirThiago Lampert
Importante o que a Camila falou sobre a interatividade já existir de outra forma, o interessante é que se a empresa não se sentir preparada pra interagir com o cliente nas redes sociais ela pode monitorá-lo, utilizar a netnografia pra melhorar seu produto, observar o cliente e não interferir nas discuções pra ver se surgem oportunidades de melhoria deste ambiente e até induzir questionamentos como se fosse também um cliente, para conhecer melhor o perfil deste consumidor.
ResponderExcluirSomente hoje que acesseio o portal da Nestle e tive uma surpresa agradavel, pois, é o mais interessante de todos. Oportuniza uma espeçao excepcional de interatividade com o usuario. Ele possibilita que o consumidor apresente suas demandas e elas são avaliadas e aproveitadas pela empresa. Atraves do programa implantado pela Nestle fica ianda mais claro que o processo interativo e que as relações das empresas com seus clientes atraves da internet devem nortear os principias programas de todas as empresas. A "Era da Comunicação" traz avanços significativos que não podem ser ingnorados e precisam ser utilizados para a obtenção de novos e melhores relacionamentos com o clientes.
ResponderExcluirDepois de 50 tentativas frustradas de ligar um computador prestes a explodir, tudo no decorrer de um final de semana, minha postagem não poderia iniciar sem falar de uma certa dependência física que acomete uma significativa porção dos internautas, e que pode ser confirmada em qualquer pesquisa formal ou informal.
ResponderExcluirDependência 100% diagnosticada no meu caso, divido com vocês alguns sintomas explícitos nos últimos dias: angústia por não conseguir falar com os amigos (ou por precisar pagar mais para isso); desespero por não ter acesso às informações sobre uma super compra que vem sendo planejada há semanas; mau humor pela impossibilidade de descobrir mais informações sobre a balada do findi, nervoso por achar que não vou conseguir fazer a minha postagem no blog da Jana, etc, etc, etc.
Agora, por que fugir do foco do nosso blog falando dessas sensações e do probleminha no meu computador?
Muito simples: porque tenho certeza de que esta experiência não é algo exclusivamente meu e falar desse episódio dá uma boa pista do porquê um investimento em mídias que se utilizem deste meio é tão importante, deixando clara a facilidade de aproximação que a internet proporciona e o quanto não ter acesso a esta facilidade pode desestabilizar os nossos dias. Com isso, entender e compreender a importância desta epidemia de dependência, tirando o melhor proveito disso, é básico e, ao mesmo tempo, uma grande sacada.
E este é o ponto chave das empresas analisadas. Todas já perceberam o quanto a web facilita a comunicação com o consumidor, seja aprimorando a porta de entrada para o seu contato com a empresa, seja dando voz dentro da empresa ao que o consumidor manifesta espontaneamente pelos meios on line, seja se fazendo presente, através de ações ou anúncios, nos espaços virtuais nos quais o público-alvo passa a maior parte de seu tempo, etc.
Como fala o presidente da Fiat no case apresentado, a utilização da internet como forma de mídia é um caminho sem volta e fugir desta realidade pode ser uma espécie de suicídio corporativo.
P.S: fiz esta postagem ontem à noite, por volta das 22h, mas fui conferir agora e não estava no blog...
Abração.
Graziela Sbardelotto
E aí pessoal!!!!
ResponderExcluirBeleza os comentários, muito bom.
As empresas estão muito atentas em buscar uma melhor interatividade com os seus públicos. Encontraram na internet uma ótima forma de interagir através das redes sociais. Estão conseguindo mostrar seu produto e ainda proporcionar ao seu cliente o poder de manifestação de opinião, tanto para o lado da satisfação, quanto para as insatisfação. Desta forma as empresas precisam ser “perfeitas” no atendimento e na qualidade de seu produtos, ou, serviços oferecidos. Isso tudo porque a repercussão se dá de uma forma muito rápida, quase instantânea, devido a grandes ramificações que cada internauta possui de amigos nas redes sociais.
Valeu pessoal...
Roger Fernando Rheinheimer
A forma com que as redes sociais estão crescendo, está fazendo com que as empresas busquem manterem-se informatizadas e atualizadas diante desta era de inovação. As empresas estão buscando profissionais destacados no mercado virtual, para organizar e cuidar dos blogs. Com essa atitude as empresas conseguem dar a melhor atenção possível a seu público. Conseguindo se aproximar muito bem do internauta e interagir de uma forma mais próxima. Essas empresas estão cientes de que cada vez mais esse mercado irá crescer e que precisarão ficar muito atentas a ele. Para poderem sempre interagir da melhor forma possível com esse mercado virtual.
ResponderExcluirRoger Fernando Rheinheimer
Interagindo com os pontos negativos dos blogueiros corporativos, conforme o texto
ResponderExcluir“ Blogs corporativos: nova ferramenta de comunicação empresarial e/ou uma realidade ainda pouco brasileira”, http://www.rp-bahia.com.br/revista/blogs_corporativos.pdf, meu feedback não é espontâneo e segue de forma generalizada, interagindo entre comentários próprios e entre os posts já registrados, não querendo dizer que serei negativa nos comentários, apenas, que minha interação demorou um pouco para acontecer.
Existem diversos pontos em comum entre diversos blogs corporativos, um deles é obter um retorno dinâmico, interativo e democrático, baseado em espaço para voz ativa, ampliando a visibilidade dos indivíduos da sociedade quanto a marca exposta, gerando um grande debate aberto a todos.
Os blogs além de divulgação das marcas e valores, também funcionam como fonte de pesquisa, possibilitando saber o que as pessoas tem a dizer sobre a empresa, seu produtos e até mesmo seus competidores, além disso, também identificam tendências e percepções, na intenção de gerar resultados positivos, garantindo a reputação e imagem da empresa, onde se faz necessária total dedicação, conhecimento e adaptação às características do público-alvo que se almeja atingir.
Como já mencionado, as empresas estão cientes que estão vulneráveis a manifestações e denúncias negativas, caso não tenham pessoas altamente qualificadas, com grande conhecimento da organização, dos seus valores, princípios e políticas, além disso, é essencial o conhecimento da blogosfera do dia-a dia, e ter o poder de decisão on line, para resolver estas manifestações de forma rápida, primando pela transparência e ética, trazendo soluções inteligentes de maneira a satisfazer os consumidores e a empresa em questão.
Um dos pontos em comum entre os exemplos é a comprovação que as empresas demonstram, que é possível estar presente na vida dos consumidores, sem se quer, efetuar a venda de um produto, mas prestando um serviço, se relacionando com o cliente de forma diferenciada, baseado em suas próprias preferências, a partir do seu comportamento.
De acordo com o que os colegas comentaram, os blogs são investimentos importantes para uma melhoria continua das campanhas, demonstram interesse e preocupação com relação as mídias digitais e demonstram pleno interesse, novamente, pelo cliente, pelo seu comportamento, analisando o que mais gostam nas páginas, através do tempo de permanência, aproximando assim, empresa/ cliente.
Apesar de todo esforço, complementando o comentário do Bira, realmente ainda há muito para se construir quanto ao quesito satisfação, mas acredito que mesmo com melhorias, não é possível satisfazer de forma total os consumidores, pois cada um tem seu jeito de ser e sua própria maneira de pensar e mesmo com a realização de pesquisas e necessidades implantadas, sempre existirão os insatisfeitos, em partes ou no total.
Por enquanto, é isso...
Abraços,
Ana Paula Kreisig
Entendo que os três artigos convergem para o mesmo sentido, e apontam essa tendência megalomaníaca que as empresas estão apostando: estar presente em todos os espaços em que os seus consumidores circulam.
ResponderExcluirA aposta na web 2.0 consiste realmente em estreitar os laços com os consumidores, mas não somente através de ações pontuais, em forma de publicidade, ou marketing ‘engessado’, mas sobretudo fugindo das concepções antigas, e abrindo-se ao novo. Estreitar os laços entre empresa e consumidor é justamente fazer com que a relação torne-se menos formal, de modo que possa tocar quase que na intimidade das pessoas, abrindo um livre caminho para que daí possa brotar um relacionamento de parceria, e fidelidade.
O ‘sentir-se ouvido’ sempre foi o sonho utópico de todo o consumidor, e as mídias sociais nunca favoreceram tanto para que isso acontecesse. O consumidor passa a ser alvo de um tratamento especial, e nunca antes as empresas estiveram tão preocupadas em agradá-los.
A interatividade, a convergência, a onipresença das mídias sociais são terra fértil para o relacionamento com entre emissor e receptor, mas há que se estar muito preparado para imergir nesse universo. É a era do tudo-ao-mesmo-tempo-agora. A informação viaja na velocidade do pensamento e o consumidor acostumou-se a esperar que suas necessidades sejam atendidas logo após ele clicar o “F5” e atualizar sua página.
Preparar-se para essa era é dever de todas as instituições que zelam pela sua imagem perante o público consumidor. Não bastar estar conectado, é preciso estar atento, atendendo a demanda, respondendo com eficiência e, acima de tudo, eficácia.
A comunicação, quando bem executada, é peça chave no sucesso. Mas quando deixada de lado, ou menosprezada, é um câncer que pode comprometer todo o organismo que é uma instituição.
Bom, queridos e queridas...
ResponderExcluirNosso Blog "bombou"!!!
Bjs enormes!!!
No exercício nº 4 não consegui ver a imagem muito bem, mas imagino do que se trata. É uma representação importante para compreendermos quem são os stakeholders.
ResponderExcluirPosso estar descrevendo algo já dito, mas como não consegui acompanhar todas as postagens.
Stakeholders são pessoas, grupos ou outras organizações que tenham interesse ou influência sobre o negócio de determinada organização, ou ainda, que sofram influência dessa. Resumindo stakeholders são os públicos estratégicos da organização.
A palavra vem de:
Stake: interesse, participação, risco
Holder: aquele que possui
São alguns dos stakeholders de uma organização:
• A comunidade
• Outras áreas da empresa
• Concorrentes
• Fornecedores
• Acionistas
• Governos (federais, estaduais e municipais)
• Sindicatos
• Associações
• As famílias dos colaboradores
A imagem apresentada pela professora Jana representa a interconectividade entre pessoas e organizações, entre organizações e outras organizações, entre pessoas e outras pessoas e assim por diante.
Relacionando com os cases apresentados pode-se dizer que é a forma que as organizações da geração web 2.0, têm de monitorar, conhecer e compreender seus públicos, através das redes sociais.
A seguir link com uma outra imagem representativa dos stakeholders, onde poderemos perceber as linhas que ligam uns aos outros e isso é o que ocorre hoje na era digital, tudo possui conexão.
http://www.amcp.org/data/jmcp/vol4/pics/feat1fig3.gif
O COMENTÁRIO ANTERIOR É DE MICHELE MASERA
ResponderExcluirOs contras da Web. 2.0:
ResponderExcluirSe puderem ler a Zero Hora de ontem, dia 22 de novembro, ná página 17 há um artigo com o título "Abaixo o adesivo da família" que fala sobre os contras da auto exposição que atualmente vivemos, a autora faz uma relação com as redes socias. E, se pararmos para pensar é o que muitas vezes fizemos, pois assim como as organizações estão traçando um perfil nosso enquanto consumidores, através da web, os mal intencionados estão reunindo subsídios para aplicar-nos golpes.
Devemos utilizar sim as redes sociais, os blogs, os portais e assim vai...mas com muita atenção.
MICHELE MASERA
No exercício nº 2:
ResponderExcluirAcredito que as empresas têm percebido que se colocado em uma balança o custo de investimento inicial e manutenção das ferramentas da web. 2.0 com os das mídias tradicionais tudo isso em médio e longo prazo não significa custo, mas sim bons rendimentos, e ainda, podemos considerar que grande parte dos que são atingidos pelas mídias tradicionais, isto é, através dos jornais, televisão, rádio, revistas e eventos, são os mesmos que acessam as mídias sociais.
Uma das vantagens percebidas pelas empresas é que esse público é melhor caracterizado através da web 2.0, quando digo caracterizado falo no perfil dos clientes e/ou consumidores, essa análise pode ser diagnosticada, se for da vontade das empresas, dia-a-dia.
No case da FIAT, João Batista Ciaco, diretor de publicidade e marketing, confirma a tendência, falando no crescente investimento em digital. E não é apenas isso, ele diz que todas as mídias se complementam,
confirmando o que escrevi nos parágrafos anteriores.
Jana, realmente parabéns pela nova ferramenta de ensino e estudo.
MICHELE MASERA
Bem, acredito que o cases observados têm em comum é o fato de starem "aventurand-se" nessas novas tecnologias, já que muitas empresas ainda as temem. E o bacana é perceber a real preocupação dessas com o consumidor final, afim de buscar estabelecer uma forma de comunicação mais direta, rápida e eficaz, através da possibilidade da comunicação de mão dupla. Seja com o intuito de fidelizar, de conhecer, de informar ou simplesmente de esclarecer uma dúvida ou algum ruído que houve na comunicação para com o cliente. Isso é muito legal, vivemos em uma época em que cada vez menos se trabalhará a comunicação em massa, onde as pessoas serão ouvidas, gerando um fluxo comunicacional que pode ser um pra um, um pra muitos, ou muitos pra muitos, sendo que essas duas últimas opções caracterizariam a comunicação em rede.
ResponderExcluirOnde não há mais apenas alguns privilegiados emissores e seus silenciosos receptores, pois agora todos podemos ser emissores também, já que existem diversas plataformas, como por exemplo, a que uso agora, para tornarmo-nos emissores, resta apenas que saibamos usá-las da melhor forma possível a nosso favor, e não apenas passemos a nos comunicar tanto e com tantas pessoas que nos isolemos em um quarto sozinhos.
Já existem pesquisas na internet que indicam que as empresas que investiram e arriscaram-se pelas mídias sociais foram, em sua maioria, muito bem sucedidas, fazendo facilmente dessas ferramentas, as meninas dos olhos de qualquer steakholdres, pois esses, através de sua influência buscam basicamente o sucesso de suas organizações, mesmo que esse não seja apenas diretamente financeiro, mas também de reconhecimento, de status, etc.
Diana